As igrejas católicas no Brasil estão lentamente se preparando para retomar suas atividades, respeitando as orientações governamentais para evitar a propagação do novo coronavírus (Covid-19).

E no Amazonas não seria diferente. Com a estabilização no número de internações e óbitos, o estado começou a adotar medidas de flexibilização, prevendo a reabertura gradual de diversas atividades econômicas.

Atividades religiosas no estado

De acordo com o plano de reabertura anunciado pelo Governo do Amazonas, as igrejas e templos de todas as denominações religiosas já poderiam retomar suas atividades desde o dia 1º de junho.

A condição para o retorno das atividades religiosas seria o limite de 30% da ocupação dos estabelecimentos e duração máxima de uma hora. As celebrações também deverão ter intervalo mínimo de 5 horas entre uma e outra.

Calendário da Igreja

De acordo com o arcebispo de Manaus, Dom Leonardo Ulrich Steiner, a partir desta quarta-feira (24) até o dia 4 de julho, as igrejas estarão abertas para oração e prática devocional pessoal, sem concentração de pessoas.

No próximo domingo (28), haverá celebração de missa, mas apenas com um número limitado de agentes de pastoral, ainda sem a presença dos fiéis.

Somente a partir do dia 4 de julho terão início as missas e celebrações contando com a participação dos fiéis, porém seguindo as orientações de segurança do governo.

Orientações gerais

Além das medidas determinadas pelo Governo do Amazonas, a Arquidiocese também divulgou documento com 15 passos para que as celebrações sejam feitas com segurança.

O uso de máscara durante as missas é obrigatório. A igreja também irá disponibilizar álcool em gel 70% antes e depois das celebrações. A saída dos templos será organizada para evitar aglomerações.

As reuniões pastorais, catequese e outros grupos de serviço continuam suspensas. As pessoas que fazem parte do grupo de risco e crianças menores de 12 anos não poderão participar das celebrações.

Aqueles que não puderem participar das celebrações pelos motivos já citados, poderão receber a comunhão no estacionamento das paróquias e áreas missionárias, mas apenas se possuírem transporte para deslocamento até o local.