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Hoje completa um mês de greve dos professores da rede estadual do Amazonas

Categoria pede reajuste de 15%; governo propõe 4,73% de reposição salarial. Há um mês, os professores da rede estadual de ensino do Amazonas

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Há um mês, os professores da rede estadual de ensino do Amazonas iniciaram uma paralisação por reajuste salarial. A greve, que chega ao 30º dia nesta quarta-feira (15), teve diversas manifestações – a mais recente, na terça (14), oficializou a rejeição da categoria à contraproposta do Governo do Estado de 4,73% de reajuste.

G1 separou os principais pontos para ajudar a entender essa paralisação:

Quando? No dia 12 de abril, a categoria fez manifestação com carreata até a sede do Governo do Amazonas. Três dias depois, teve início a paralisação.

Quanto? Os profissionais pedem reajuste de 15%. No dia em que iniciou a greve, a proposta do governo era 3,93%. A categoria reivindica também auxílio localidade de R$ 167 a professores que moram na sede do município e R$ 200 para os que moram nas comunidades. No dia 10 de maio, o Estado apresentou contraproposta de 4,73%.

Quem? Duas frentes sindicais organizam os protestos e respondem pela greve: os sindicatos dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam) e dos Professores e Pedagogos de Manaus (Asprom). Os dois grupos pedem o mesmo valor de reajuste.

O que diz a Justiça? Em abril, foi determinada a suspensão do indicativo de greve. A pena diária é de R$ 20 mil. Alega-se, então, que a paralisação é ilegal.

 

Com Informações do G1 Amazonas 

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