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Um novo gás para as empresas

Energia sempre foi um gargalo para o desenvolvimento econômico do Amazonas. Com os reservatórios baixos, o restante do Brasil também passou a viver esse pesadelo. Ao mesmo tempo em que a Polo Industrial de Manaus-PIM busca mostrar sua importância sócio-ambiental e econômica para ganhar visibilidade junto ao novo Governo brasileiro, a Fundação Getúlio Vargas-FGV publica um importante estudo que enquadra melhor os números que são apresentados rotineiramente aos defensores e aos algozes da Zona Franca de Manaus.
O Estudo concluiu, categoricamente, a eficácia do Distrito Industrial para a proteção da biodiversidade da floresta e suas espécies. Apesar disso, o Amazonas encolheu de 17,1 para 8,5% sua contribuição em apenas 9 anos. Esta posição deixa o estado em 7º lugar no ranking de Arrecadação Federal. Uma visão mais apurada do histórico conclui que, quanto menor a produção do Distrito Industrial, maior foi a agressão do homem ao meio ambiente.

O Governo estuda e ensaia novas formas para reduzir a dependência junto à Zona Franca de Manaus, ao mesmo tempo em que as empresas instaladas no PIM buscam redesenhar processos para aumentar a competitividade e se manter produzindo no Amazonas.

Uma coisa é certa, A ZFM ocupa posição estratégica e fundamental que vai além do desenvolvimento econômico. Ela gera o equilíbrio e sustentabilidade com qualidade de vida dos cidadãos.

A Amazônica Energy é uma empresa brasileira que viu nesse panorama de incertezas, um ambiente fértil de oportunidades. O gás criogenado ou congelado, é o combustível que faltava para aumentar a competitividade e a atração de novas empresas ao Polo Industrial de Manaus. A Amazônica Energy deve se instalar no ano que vem e começará a importação e distribuição do gás criogenado já no ano seguinte, em 2021.

O gás GNL, captado no Golfo do México, passa por congelamento nos Estados Unidos e chega à Amazônia Brasileira em navios tanques. A distribuição às usinas será feita por balsas confeccionadas aqui na região e com barcos empurradores movidos à gás natural. Isso significa mão de obra qualificada local e respeito ao meio ambiente.

Os estudos indicam que mesmo com essa distância percorrida, ainda assim o gás GNL importado deverá ser comercializado com preço entre 40 e 50% a menos que óleo diesel vendido na região. Isso é possível porque uma mega parceria está sendo formada com indústrias multinacionais da Europa, Ásia, Estados Unidos e Canadá.

Há ainda a possibilidade de uma gigante da siderurgia se instalar no polo Industrial de Manaus nos próximos anos, como desdobramento dos investimentos dessa modalidade energética.
O CEO da Amazônica Energy, Marcelo Araújo, chega à Manaus nesta quinta-feira, 4, para reuniões com parceiros comerciais locais. E nos dias 10 e 11 de abril, já com executivos de parceiros internacionais de fornecimento do GNL, será a vez de sentar com a direção da FIEAM, CIEAM e Governo do Estado para apresentar as estratégias de distribuição do gás criogenado. As empresas envolvidas estimam um desembolso de 800 milhões de dólares, algo perto de 3 bilhões de reais.

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