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Jean Wyllys insinua que Bolsonaro planejou o próprio atentado

Ex-deputado do PSOL repercute teoria da conspiração sobre o atentado praticado por um ex-integrante do seu partido contra Bolsonaro.

Em entrevista à revista Época, o psolista Jean Wyllys disse que tem ocupado o tempo livre com palestras, conferências e visitas a autoridades em diversos países da Europa. No início do ano, o ex-participante de reality show renunciou ao mandato de deputado federal alegando estar sofrendo ameaças.

Questionado sobre uma possível ligação com o atentado praticado por Adélio Bispo contra o então candidato à Presidência, Jair Bolsonaro, em setembro de 2018, durante comício em Juiz de Fora, interior de Minas Gerais, Wyllys respondeu:

“Mas é óbvio que uma pessoa com dois neurônios, que faça uma sinapse, sabe que eu jamais poderia ser mandante de um crime, pois não sou assassino, criminoso, nem ligado à milícia.”

Logo em seguida, o psolista compartilhou uma teoria da conspiração sobre o esfaqueamento de Bolsonaro:

“Quem é ligado à milícia é o presidente da República, não eu. Se alguém poderia encomendar uma morte era ele, não eu. E ademais esse atentado contra o Bolsonaro está para ser explicado. Se alguém quisesse de fato atentar contra a vida dele, usaria uma arma de fogo, um fuzil a longa distância e não uma faca de pão no meio de uma multidão.”

Na última quinta-feira (21), o ator petista José de Abreu foi processado pelo Hospital Israelita Albert Einstein por acusar a renomada instituição de saúde de participar de uma conspiração ao lado do atual presidente da República e do governo de Israel.

Abreu afirmou que a facada da qual Bolsonaro foi vítima não passou de um plano elaborado pelo “Mossad”, o serviço secreto israelense, com apoio do Albert Einstein.

 

Com Informações da Renova Mídia

Comentários
  • Quem pode dar credibilidade ao que diz esse sujeito?

    25 de março de 2019

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