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Homem é salvo do corredor da morte após 26 anos preso injustamente

A mulher que salvou homem do corredor da morte após 26 anos preso injustamente

Cristina Bordé passou 19 anos tentando provar inocência de agricultor mexicano condenado à morte nos EUA por estupro e assassinato de bebê de 21 meses após depoimentos de médicos que não sabiam de detalhe importante.

Quando viu os guardas da emblemática Penitenciária Estadual de San Quentin (Califórnia) liberando seu cliente, a advogada Cristina Bordé começou a chorar.

Nesse dia 19 de abril de 2018 ela conseguiu a libertação de Vicente Benavides, um agricultor mexicano que, em 1993, foi condenado à pena de morte, acusado de estuprar e matar uma menina de 21 meses.

Foi o dia em que Bordé, que tem cidadania colombiana e americana, conseguiu o que considera a maior vitória de sua vida: salvar uma vida.

“Foi um momento extraordinário, que ocorre muito poucas vezes. Quase não consigo achar palavras”, diz a advogada, que conversou com a BBC Mundo sobre como conseguiu a libertação de um homem que passou 26 anos preso injustamente.

Bogotá, Harvard, San Quentin

Bordé estudou direito nos Estados Unidos, mas fez os estudos escolares em Bogotá, capital da Colômbia.

“Desde pequena queria ser advogada e ajudar, mas não imaginei que terminaria cuidando de um caso de pena de morte”, diz ela.

Recém-formada na Universidade de Harvard, a advogada se mudou para a Califórnia e começou a trabalhar numa entidade estatal que atendia pessoas condenadas à morte. Seu primeiro caso foi o do agricultor mexicano Vicente Benavides.

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